quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

O Justiceiro inicia sua retomada matando traficantes para o desespero dos wokes.


A primeira edição do Justiceiro foi publicada nesta quarta-feira, com um Frank Castle com danos cerebrais caçando criminosos e buscando respostas. Mas será que é realmente possível matar aquilo de que não se lembra?

O PIOR PESADELO DO CRIME ESTÁ DE VOLTA EM UMA NOVA SÉRIE MENSAL! Implacável e intransigente como sempre, Frank Castle está com a memória abalada e está buscando por respostas e caçando criminosos! Ele encontrará mais do que esperava quando o notório e sanguinário RETALHO retornar… com o JUSTICEIRO em sua mira! Classificação indicativa: Recomendado para maiores de 18 anos.

Roteiro: Benjamin Percy.
Arte: José Luis Soares.
Nanquins: Oren Junior.
Cores: Frank D'Armata
Letras: VC's Cory Petit.

Designer de Jay Bowen.


Introdução.

Após a morte de sua esposa e filhos, vítimas de balas perdidas durante um tiroteio no Central Park, o fuzileiro naval aposentado Frank Castle iniciou uma guerra solitária contra o crime. Armado com um vasto arsenal e uma determinação implacável, ele se tornou...

O JUSTICEIRO.

FERIDAS DE GUERRA.

Frank Castle está de volta a Nova York e retomou sua independência após ter sido usado como um assassino controlado mentalmente. Seu retorno é um mistério, até mesmo para si mesmo, mas ele responsabiliza seu antigo aliado Microship por sua participação na manipulação que sofreu.







Como ressaltado aqui, as histórias do Justiceiro se tornaram um pretexto para Frank Castle agir sob as ordens de alguém, e a coisa piora quando ele age sob as ordens do Rei do Crime, que quer se redimir. O tipo de baboseira que não só descaracteriza o personagem como também deixa este que voz escreve, desanimado perante o anúncio de uma nova retomada concebida pelo mesmo escritor.

Mas, nas HQs, nada na Marvel é permanentemente ruim, e analisando o que a versão Red Band teve para oferecer, um gore absurdamente cartunesco, ela serve como um prelúdio para o resgate das boas e velhas histórias do personagem em seu período promissor sob os comandos de Carl Potts e Mike Baron, antes mesmo da violência explícita de Garth Ennis, que se consolidou como o run mais brutal e politicamente incorreto que o Justiceiro já teve nos quadrinhos, que nem mesmo o selo Red Band, com todo o seu exagero, conseguiu superar... em outras palavras, o Justiceiro de Ennis, é apoteótico.


Vejamos o que o Justiceiro do selo Red Band teve para oferecer.




Um Justiceiro amnésico após ter sido desconstruído.


O açougueiro.


Retalhação.


Frank tenta remover a marca da corrupção do Tentáculo que acabou com sua mente.


Wilson Fisk, o vigilante do crime.


Carnificina.


O Rei do Crime usa Microship para exercer controle mental sobre Castle.


O gore de Julius Ohta.


Frank continua punindo a escória rigorosamente.


Gore.


O anti-herói.


A crueldade do Lápide.


Se fosse menos cartunesco, poderia realmente impressionar.


A crueldade dos vilões.


O impante que ferrou com a mente do Justiceiro.


O carrasco do crime não é mais um amnésico.


Removendo o implante.


Frank se lembra de tudo.


Implante removido.


De alguma forma, o Justiceiro está curado.


Lápide, o açougueiro.


Botando a mão no porco.


A marca da corrupção do Tentáculo.


Um Justiceiro que é praticamente uma aberração esteroide ambulante nos desenhos de Ohta.


Liquidando escórias.


Lixo nova-iorquino.


O Justiceiro está chegando para o acerto de contas...


...e ele não terá piedade.


A brutalidade do Rei do Crime.


Uma HQ que deveria ser supostamente violenta mas que espalha a diversidade com cores vibrantes.


Um gore que se torna repetitivo.


Fuzilando o Rei do Crime.


Nas mãos do Lápide.


Julius Ohta necessita de muito afeto do infeliz do canal 2Quadrinhos.


O Justiceiro chegou...


...mas a lei o impede de fazer o que precisa ser feito.


De frente com aquele que colaborou para controlar sua mente.


Humanidade.


Wilson Fisk virou hambúrguer e Lápide foi detido.


Enfim, 'Punisher' #1 continua da onde parou, mas com uma qualidade muito melhor na arte do que o gore cartunesco de Julius Ohta, e o roteiro de Benjamin Percy, parece mais conciso. Não é ruim, e faz o leitor continuar acompanhando... Frank, age instintivamente, sempre punindo as escórias, que vão desde traficantes, aquelas que provocam distúrbios domiciliares e assaltantes. Um velho vilão retorna, e com Wilson Fisk inativo, resta fazer Lápide (agora detido) entender o quão ameaçador ele é.


Roteiro: Intrigante e frenético.
Arte: Promissora.
Equipe criativa: Competente.
Avaliação final: 8.9 (de 10).


Justiceiro #1, gerou incômodo nos wokes:


"Eles mencionaram o Justiceiro matando traficantes de fentanil e eu tive que largar a HQ. Roteiro péssimo do Mike Baron."

"Não é inerentemente ruim, mas não suporto porque todos sabemos que a primeira coisa que vem à mente quando pensamos em Trump é a correlação com imigrantes, o que é tipo, eca."

"Não tenho problema nenhum com a morte de traficantes de drogas, mas o fentanil é um tema tão polêmico para Trump e seus apoiadores que continuar fazendo isso é de muito mau gosto."

"Trump passou os últimos 10 anos demonizando imigrantes com a narrativa de que eles contrabandeiam fentanil pela fronteira sul.

O único problema com essa narrativa? Na verdade, são os cidadãos americanos que mais contrabandeiam fentanil pela fronteira norte."

"Por favor, me levem de volta para o Rei dos Assassinos do Aaron!"













Capas variantes da segunda impressão de Justiceiro #1.



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