Capitã Marvel: Passado Sombrio #3.
Se há uma coisa que Paul Jenkins (roteiro) faz magnificamente bem, é mostrar o quão a psique dos personagens são vulneráveis a ataques extremos. Enquanto Carol Danvers se regojiza achando que nada pode amedrontá-la (contando com os Vingadores para o resgate), o inimigo possui uma carta na manga e a tem na palma de suas mãos. A origem do vilão é narrada em uma continuidade retroativa relacionada com família da Capitã, na qual sabemos que, o papai de Danvers, se casou com uma imigrante para corromper uma instituição sagrada, enquanto o vilão, o homem branco, é aquele que lutou contra essas decisões mundanas, e esse vilão, o Profanador, carrega a edição nas costas tranquilamente, já que, é por ele, por sua história, que a minissérie não desandou. Bom!
Roteiro: Intenso.
Arte: Competente.
Equipe criativa: Reforça a qualidade promissora da edição.
Avaliação final: 9.1 (de 10).
Demolidor #3.
Um roteiro escrito por uma feminista (Stephanie Phillips) que não explica o porquê de um advogado renomado agora exercer a profissão de professor que ensina a lei para uma minoria acéfala, um assassino em série que coleciona os olhos de suas vítimas, Homem-Aranha servindo como guia para o Demolidor, Matt Murdock contratando um advogado para representá-lo, seu alter ego, o Homem Sem Medo, necessitando de um bom jornalista e o Demolidor nas mãos do assassino. Degustante!
Roteiro: Escrito às pressas.
Arte: Lee Garbett não decepciona.
Equipe criativa: Competente.
Avaliação final: 8.9 (de 10).
Gata Negra #11.
Quando o Justiceiro se encontra focado em seus propósitos, ele se depara um cachorro de rua desnutrido e o adota, apenas para a Gata Negra atropelá-lo acidentalmente quando se encontra em fuga, algo que enfurece o assassino de assassinos, que decide liquidá-la. Usando de todos os meios para fazer Frank Castle mudar de ideia, a Gata não é capaz de reverter a situação ao seu favor.
Roteiro: Frenético.
Arte: Aceitável.
Equipe criativa: Competente.
Avaliação final: 8.9 (de 10).