terça-feira, 29 de setembro de 2026

Prévia de 'Mulher-Aranha' #1 desencadeia a carnificina de Jessica Drew.

 
 Confira uma prévia da nova série da Mulher-Aranha, na qual Jessica Drew se une ao letal simbionte Carnificina. 
 
A Mulher-Aranha tem um mistério para resolver e, desta vez, ela vai desvendar o caso ao lado de uma nova e chocante parceira! Em Mulher-Aranha (2026) #1, do roteirista Dan Watters e do artista Andrea Broccardo, Jessica Drew se torna a nova hospedeira do letal simbionte Carnificina. Juntos, eles investigam o Carrasco (Hangman), um vigilante misterioso que persegue as organizações criminosas de Nova York e aterroriza até os chefões do crime mais durões — como o Lápide. Mas, enquanto luta para controlar seu novo e violento companheiro, Jessica também precisa manter o segredo sobre o simbionte a salvo de seus aliados jornalistas de maior confiança. 
 
Dando continuidade à história apresentada no especial de cinquenta anos da Mulher-Aranha, Watters e Broccardo estão prontos para iniciar o próximo capítulo da trajetória da Mulher-Aranha. O roteirista da série, Dan Watters, conversou com o Marvel.com sobre o que aguarda Jessica Drew nesta nova e sombria fase. 
 
Jessica Drew confronta Lápide na prévia de MULHER-ARANHA #1 abaixo!
 
 
 
MULHER-ARANHA #1.
 
Roteiro de Dan Watters.
 
Arte de Andrea Broccardo.
 
Capa de Ito.
 
À venda em 04/11.
 
MARVEL.COM: Jessica Drew já foi de tudo, de espiã a Vingadora. Por que você decidiu focar na história dela como investigadora nesta trama?.
 
DAN WATTERS: Honestamente, pareceu a escolha certa. Eu adoro histórias ambientadas em Nova York. Adoro histórias de detetive. Além disso, é uma função que ela exerce há muito tempo, mas que nem sempre tem um papel de destaque nas suas histórias principais. Também gostei da ideia de colocá-la como investigadora contratada pelo Clarim Diário. Em um mundo como esse, faz sentido que eles precisem de pessoas capazes de investigar histórias que o jornal, em sã consciência, não enviaria jornalistas comuns — sem superpoderes — para apurar. 
 
MARVEL.COM: Como o simbionte Carnificina altera a dinâmica da Mulher-Aranha no combate ao crime? 
 
DAN WATTERS: O Carnificina e a Mulher-Aranha não estão afetando um ao outro exatamente da maneira que ambos esperavam... e isso traz consequências para os dois. A Mulher-Aranha está se tornando um pouco mais fria, um pouco mais alienígena, mas o Carnificina também não consegue se impor da forma que gostaria. Jess começa a se sentir mais como a carcereira do que como a hospedeira, mas, quanto mais violência o Carnificina encontra, mais ele começa a se sentir como o de antigamente. Infelizmente, é difícil evitar a violência quando se é uma detetive particular com superpoderes na Nova York do Universo 616. 
 
MARVEL.COM: A presença do Carnificina e do Lápide está confirmada nesta série. Que outros heróis e vilões a Mulher-Aranha poderá encontrar no desenrolar de sua investigação? 
 
DAN WATTERS: Eu queria muito revisitar a galeria de vilões do início de sua trajetória. Acho que ela tem uma galeria de vilões incrível e peculiar em suas primeiras histórias em quadrinhos; o Carrasco (Hangman), por exemplo, é um vigilante que faz o Justiceiro parecer emocionalmente equilibrado. Já o Agulha (Needle) espreita por aí costurando a boca das pessoas em busca de silêncio. Esses personagens não precisam tanto de uma reabilitação, mas sim de serem devidamente destacados. E, aliás, será que as pessoas se lembram de há quanto tempo a Jess e o Wolverine têm história juntos? Eles trabalharam lado a lado em Madripoor, e existe uma dinâmica ali que eu adoraria explorar a fundo. Ele sabe quem ela realmente é e o que a motiva de verdade — mais do que quase qualquer outra pessoa. 
 
MARVEL.COM: Como o trabalho com o artista Andrea Broccardo influenciou a sua abordagem para a série? 
 
DAN WATTERS: O Andrea é maravilhoso. O estilo dele é de uma limpeza belíssima, e sua habilidade em desenhar cenas de ação é incrível. Adoro propor a ele sequências de luta extensas, bem como páginas em que a Jess se contorce de maneiras estranhas e aracnídeas. Logo no início, comentei que queria trazer um toque da estética giallo para a HQ, e o Andrea incorporou isso perfeitamente ao visual e à atmosfera das páginas. Hoje em dia, não consigo imaginar essa história sendo desenhada por mais ninguém. 
 
Confira as capas variantes abaixo.
 
 
 
 

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