Desde que foi corrompido pelo Tentáculo, tornando-se o líder de uma organização de ninjas assassinos, o Justiceiro perdeu o propósito na Marvel... então, ele foi substituído por uma outra versão, que obedecia seus superiores, seguindo de uma série limitada onde ele se encontra confuso, com a marca do Tentáculo, tentando se livrar de um dispositivo que o Rei do Crime implantou em seu cérebro, comandando-o. Quando Frank Castle finalmente começa a voltar ao normal, ele se torna um anti-herói de poucas palavras, sempre em parceria com seu aliado, Microship, que ajudou Wilson Fisk na tarefa de controlar mentalmente o Justiceiro. Deixando de lado a imbecilidade que Jason Aaron fez com o personagem, Benjamin Percy se encarregou de direcionar o Justiceiro para o que ele saber fazer de melhor, punir criminosos ao seu modo! Quando Fisk subestima Castle, tentando confrontá-lo com as mãos vazias, o Rei do Crime é abruptamente alvejado pelo Justiceiro na edição final de sua série limitada... Fisk, recebe o melhor atendimento e, claro, não podemos esquecer sua força de vontade de querer voltar a viver para manter Castle em foco novamente. Enquanto isso, Frank tem de lidar com um atirador que se tornou um por conta de uma bala perdida que o acertou em um confronto do Justiceiro contra criminosos... ele jurou vingança contra Castle, que quase o mata quebrando sua espinha, quando uma personagem, da série limitada, ressurge para ajudar o Justiceiro e acobertá-lo, já que ela está ciente de que as ações de Castle, embora extremas, podem ser justificadas. Mais uma edição produtiva. Violenta!
Roteiro: Frenético.
Arte: O desenhista convidado não desaponta.
Equipe criativa: Reforça a qualidade promissora da edição.
Avaliação final: 8.9 (de 10).
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