sábado, 7 de dezembro de 2019

Lançamentos Panini no painel da CCXP 2019.



Carnificina Absoluta.



A Guerra dos Reinos.



Wolverine - A Longa Noite.



A Era do X-Man.



Dinastia X.



Os Selvagens Vingadores.



Homem-Aranha: GAMERVERSE - Cidade em Guerra.



A Magnífica Ms. Marvel.



Justiceiro: O Pelotão (Edição Especial).






































Thanos: Os Irmãos do Infinito.



Marvel 1000 (Edição Especial).



A História do Universo Marvel (Edição Especial).

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Crianças Dos Filmes de Horror dos Anos 80 Se Reúnem Em Um Novo Pesadelo da Vertigo Em "O CLUBE DOS SOBREVIVENTES".


Agora em Outubro, o selo independente de quadrinhos "Vertigo" (pertencente a editora DC Comics) começará uma iniciativa de novos títulos a cada semana. Um deles inclui uma série baseada na trupe dos filmes de horror dos anos 80, trazendo com eles os sobreviventes dos filmes de psicopatas de 1987, onde suas experiencias os levará a lutar contra uma nova ameaça no presente.

O co-escritora de obras de horror e universo de "Fábulas", alum Lauren Beukes diz que a série a princípio pode soar como uma "grande paródia", mas a equipe criativa promete uma história de horror sombrio que levarão os personagens a toda uma nova direção para suas raízes dos filmes da década de 80.


Beukes está trabalhando com o escritor Dale Halvorsen e o desenhista Ryan Kelly no título, que ao todo abrangerá no total de 12 novas séries que a Vertigo botará em circuito.

Lauren Beukes:
"Somos grandes fãs desses filmes! E Dalen tem uma grande tolerância a respeito deles no qual eu posso dizer que faremos um bom trabalho. Eu cresci assistindo 'A Hora do Espanto', 'Os Goonies', 'A Hora do Pesadelo' e 'Os Garotos Perdidos', e sera divertido prestar uma homenagem a todos esses clássicos".
O Conceito de 'O Clube dos Sobreviventes' será: e se os filmes de horror dos anos 80 se tornassem realidade, e para onde iriam as crianças nos dias de hoje?"

Dale Halverson:
"Eu preciso que você (Lauren) assista ao 'Mistério do Cesto' (Basketcase). Para muitos, os anos 80 se seguiram dos anos 70 para uma era de ouro dos filmes de horror, muitos desses filmes se engrenaram profundamente para a cultura pop (referindo-se a popularidades que eles conquistaram tornando-se bastante cultuados). Todos nós conhecemos a história de 'O Exorcista', 'A Hora do Pesadelo', 'Sexta-Feira 13" e assim por diante. Eles quase se tornaram a nossa geração de contos de fadas, nós estamos desenhando muitas dessas mitologias em 'O Clube dos Sobreviventes', mas nós tomaremos direções inesperadas."

Dale Halverson:
"Eu acabei revendo 'Brinquedo Assassino' e pensei sobre o que seria uma experiência daquilo que poderia se tornar a sua cicatriz para a vida, talvez literalmente. Eu comecei a pensar sobre o que teria acontecido a todas aquelas crianças dos filmes de horror após os créditos finais, como eles seriam como adultos? E se eles escapassem mas falhassem em se defender de um monstro ou demônio? O que aconteceria caso eles se juntassem ou se tornassem alguns deles?"

Arte de "O Clube dos Sobreviventes" #1 by Ryan Kelly.


Arte de "O Clube dos Sobreviventes" 1 by Ryan Kelly.


Lauren Beukes:
"O que acontecerá a esses personagens no presente serão as coisas mais horríveis possíveis, é difícil lidar com os seus próprios demônios. Todos eles serão completamente aterrorizados pela experiência, física e emocionalmente, mas parece que ali haverá algo que os conectará".
Uma das personagens, Chenzira, está convencida de que o vídeo-game assassino no qual ela jogou quando criança está de volta e ela precisará se certificar de que isso não acontecerá com as outras crianças."

Dale Halverson:
Chenzira dá aulas sobre cursos de vídeo-games em uma escola. Sua experiência em 1987 se tornou a sua obsessão. Ela é uma espécie de 'Indiana Jones' dos Vídeo-Games."

O personagem Simon está se empenhando em se tornar uma celebridade da lista a-z do horror por ele ter protagonizado um papel em um filme bem sucedido de uma franquia de sucesso baseado na casa assombrada de sua infância. Alice é uma órfã herdeira que vive com um segredo sombrio. Kiri usa seu trabalho no desenvolvimento de servir e manter uma transação com seus demônios. O encontro de Teo com seu vizinho canibal de 1987 o encaminhará para a medicina. Harvey ainda vive nas sombras de seu trauma de infância."

"O Clube dos Sobreviventes".


"O Clube dos Sobreviventes" #7.


"O Clube dos Sobreviventes" #7.


Espere o inesperado em "O Clube dos Sobreviventes".


terça-feira, 26 de maio de 2015

quinta-feira, 2 de abril de 2015

O Wolverine Arrependido.


Por mais incrível que pareça, o Wolverine não é um personagem caricato, na verdade o segundo volume de seu título mensal apresentou um reforço fenomenal por parte dos roteiros de Chris Claremont e desenhos do lendário John Buscema.


Considerando que a primeira aparição do personagem se deu como mero coadjuvante em uma revista do incrível Hulk, é difícil de se imaginar o quão ele obteria sucesso perante o público, tornando um dos X-Men, tendo a sua própria adaptação cinematográfica dentre outras coisas que alavancaram ainda mais a sua popularidade.

Porém, quando Wolverine obteve o sucesso, ele se foi se tornando caricato, com histórias sem pé nem cabeça e até de gosto bastante duvidoso.


O arco, "Procura-se Mística" escrito por Jason Aaron, marca em apenas míseras quatro edições, toda a imbecilidade que um escritor pode conceder a um personagem, desvencilhando-se da qualidade para uma galhofadas sem precedentes.


Retalhações, diálogos pesados, violência explicita por parte do cenário elaborado pelo desenhista Ron Garney e um Wolverine caçando sua velha conhecida dos tempos da carochinha (Mística). É isso que o pobre leitor se deparará em página após página.


Quando você pega uma revista do Justiceiro escrita pelo sádico Garth Ennis com desenhos toscos do Steve Dillon e se diverte com toda aquela apelação, e em apenas uma única edição, você conclui que Aaron nem para plagiador serve.

Destaque para o final "nada a ver" com a Metamorfa toda recaldada enquanto o seu velho amigo se mostra todo arrependido.

Ninguém merece.

sábado, 21 de março de 2015

Vingadores: A Vingança de Ultron.


Não tem nada pior do que você manter uma expectativa boa para uma história e no fim ela não passar de uma grande perda de tempo.

O terceiro volume de Os Vingadores, agora roteirizado por Kurt Buziek, se inicia com um arco que marca o retorno da malévola criação robotizada "Ultron", cuja ambição é a construção de um mundo do qual segundo ele seria um lugar melhor para se viver, e por isso propagando a todo custo a extinção da raça humana.

Caso tivesse acompanhado esse arco lá em meados do final da década de 90, talvez eu pudesse encontrar algum propósito, e claro, comprado a ideia de que Ultron representaria uma ameaça da qual os heróis mais poderosos da terra não dariam conta.

Sob o meu ponto de vista, durante a saga das "Guerras Secretas" da Marvel na década de 80, o roteirista Jim Shooter teria mantido uma abordagem realmente ameaçadora no robô, aquele Ultron era mais quieto, mas sempre acreditando em  sua superioridade, e sob as ordens do Dr. Destino ele assassina o vilão Kang O Conquistador, isso num piscar de olhos.

O exemplo citado acima é apenas um momento do qual o robô fazia por merecer ser temido.


Os Vingadores agora possuem dois novos membros em sua formação, que acredite ou não, servirão de importância para o término do arco. O ataque de Ultron é obviamente chamativo atraindo a atenção dos Vingadores, e é claro que algo deve ser feito.

O trabalho de George Pérez na parte dos desenhos não representa toda uma catástrofe apresentada pelos roteiros de Buziek, e quando você se depara com a "Feiticeira Escarlate" chega ser decepcionante citando mais precisamente o seu cabelo.


É a partir dai que você já se pergunta se essa é realmente a amedrontadora Feiticeira Escarlate.


A Noiva do robô chega para dar uma complicada na vida dos heróis, mas sabemos aqui que ela tem o seu próprio objetivo.


Ultron captura dois dos Vingadores, incluindo o seu criador, e os força a entenderem o seu propósito, nem que para isso seja necessário sacrificar a vida de um deles.


Quando você pensa que poderia ter algum propósito nisso tudo, o criador do robô passa a tagarelar página por página sobre a culpa que teve em sua criação, é realmente entediante, e isso no final do arco.


Enfim, é para ler e jogar de lado, nada vale uma importância e até mesmo uma releitura.

Destaque para as falas ridículas por parte do Thor, que não impõem qualquer autoridade em combate, seria muito melhor manter o Deus do Trovão combatendo do que dialogando.

Uma leitura chata e cansativa da qual pode muito bem ser facilmente esquecida.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

sábado, 22 de março de 2014

Avaliação de "Universo Marvel #7'.


Indestrutível Hulk #8/#9.
Histórias: "Deuses e Monstros, Parte Final"/"Fúria Cega, Parte Um"
Roteiro: Mark Waid
Desenhos: Walter Simonson & Matteo Scalera

Sinopses:

Um monstro verde enfurecido e um Semi-Deus unem forças para impedir a invasão dos Gigantes de Gelo ao nosso planeta, o resultado é uma carga completa de ação com excelentes diálogos.

Considerações:
excelente conclusão.
Nota 9!

É revelado o contato misterioso de Bruce Banner que o asseguraria de qualquer decisão tomada as pressas pela S.H.I.E.L.D., ele é o advogado Matt Murdock, mais conhecido como Demolidor, O Homem sem Medo. Juntos eles tentam impedir o comercio de tráfico de armas nucleares de uma agencia bizantina.

Considerações:
mais uma história muito boa.
Nota 9!

Originalmente publicado em:

Mulher-Hulk Vermelha #60/#61.
Histórias: "O Inferno Não Conhece a Fúria, Parte 3 e 4".
Roteiro: Jeff Parker
Desenhos: Carlo Pagulayan/Wellinton Alves

Sinopses:

Rulka versus Os Vingadores
Rulka: Ameaça Nacional
Rulka se torna pura Rulka

Uma descoberta chocante do Homem-Máquina sobre o futuro dos super-humanos.

Considerações:
melhor momento é o descontrole da personagem e uma ligeira conversação com o Homem-Máquina comparando o seu estado de fúria com o de seu marido, Bruce Banner.
Mas no geral a história é muito, mas muuuito monótona, a personagem peca pela falta de carisma.
Nota 5.1.

Originalmente publicado em:

Thunderbolts #10
História: "Contravalação".
Roteiro: Daniel Way
Desenhos: Phil Noto

Sinopse:

Os Thunderbolts partem rumo a caça ao irmão de Elektra.

Considerações:

Thunderbolts assim como Mulher-Hulk Vermelha só atrapalha o andamento da revista.
Nulo!

Originalmente publicado em:

Quarteto Fantástico #7.

História: "O Grande Esmagamento".
Roteiro: Matt Fraction
Desenho: Mark Bagley

Considerações:
Viagem no tempo e muito falatório.
Fraction deveria aprender com o Mark Waid como se escreve uma história consistente sobre viagem no tempo.
Nulo!

Originalmente publicado em:


Fundação Futuro #7.
História: "A Pior Excursão de Todos os Tempos".

Roteiro: Matt Fraction
Desenhos:  Michael Allred

Considerações:
deveria se chamar "A História Mais Chata de Todos os Tempos".
Nulo!

Ps: Blastaar abordado num nível mais medonho possível.

Originalmente publicado em:

Considerações finais:
vou parar de fazer review dessa revista, nunca antes vi uma publicação tão vazia!
Só vou analisar o Indestrutível Hulk, NOVA, que tá valendo a apena, e com sorte os Guardiões da Galáxia.